EM 1642, VOCÊ... OK
EM 1642, VOCÊ... OK

 

 

Em  1642  à Você!...

 Brincava Eu, às margens de um rio! ...  A paisagem bucólica;

uma casa pequena, um cerrado, um campo,

 onde as espigas de trigo brilhavam ao Sol estival...

Um Outono cálido, águas tépidas do rio! ... Linda Paisagem! ...

Digna do pincel de um artista.

 

 Éramos Três Crianças, e Você! ...

Em nossa algazarra infantil, dirigimos-nos ao prado,

local propício para o despertar dos nossos corações. Havia  a Alegria!

 A Felicidade que este dia de sol, nos proporcionava!...

Este quadro é uma realidade constante em minha mente.

 

Mas você chegou, e me convidou a sentar à sombra da macieira,

anulando o meu desejo de correr, brincar ou nadar naquelas águas do rio...

Dirigi-me como que hipnotizado, por uma força incontrolável, seguindo-a, e sentamos os dois...

 

O que existia nesta força, que me fez segui-la?

Você chegou, te segui e me detive, fazendo-me sentir bem ao teu lado,

sem conseguir entender qual a forma que nos conduzia juntos...

Após alguns minutos de grande Bem-Estar, "Cansado Pelo Descanso"

depois da azáfama da brincadeira, ouvi-a contar histórias diferentes! ... 

 E Você, dissertou um episódio, que aqui transcrevo: 

 

 Quando as águas de um caudaloso rio, preso em um açude,

iniciam seu ciclo volumoso, seu rodopiar incessante,

é hora de reforçar os diques que as sustentam.

Não deveria o Homem esgotar o seu manancial? Os 10% de sua pressão,

 para que também se mantivesse harmonizado? ...

Sim, assim é a Vida!...

Um caudaloso rio, repleto de emoções e sentimentos.

 Esvaziai certas reservas!...

 O tanto necessário para o não acúmulo, que romperia a vossa Estância Interna. 

 Buscai os meios para não estorvardes...

  

O  Monge

 Psicografia: Maju

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